Ato médico é aprovado por unanimidade na Comissão de Seguridade Social
Médicos e parlamentares comemoram juntos a aprovação do projeto do Ato Médico na Comissão de Seguridade Social
Dezenas de médicos que participaram da reunião comemoraram a decisão. Entre eles, o diretor de Assuntos Jurídicos da Federação Nacional dos Médicos, José Roberto Cardoso Murisset, que elogiou o relatório, e o representante da FENAM na Comissão do Ato Médico, Marlonei Silveira dos Santos.
"Espetacular! Realmente resgatamos todos os pontos anteriores do relatório do deputado Edinho Bez. A categoria médica e a FENAM estão de parabéns. Eu só gostaria de dizer que continuo nesta luta e que nós vamos fazer como o "corneteiro de Pirajá", que, na guerra da independência do Brasil, quando recebeu orientação para dar o toque de recolher, ele tocou o de avançar. E é isso que nós vamos fazer na próxima semana. Se Deus quiser, vamos aprovar aqui na Câmara este projeto", comemorou o dirigente.
O relator do projeto, deputado Eleuses Paiva (DEM/SP), também comemorou a aprovação e falou sobre a importância da proposição para a categoria médica e para a sociedade. "Foi um grande avanço da comissão. Somos 14 profissões de saúde e a única que não está regulamentada é a do médico. Até para aqueles que queriam fazer oposição, ficou claro que não há argumentos a serem colocados e retiraram as propostas de destaque. Esse projeto é muito importante, porque estamos garantindo à sociedade que teremos os melhores quando estivermos fazendo a atenção à saúde", destacou Eleuses.
O projeto, que tramita em caráter de urgência, já foi analisado por todas as comissões e agora segue a plenária da Câmara dos Deputados. A previsão é de que seja votado no próximo dia 20.
Ouça a matéria na rádio FENAM
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Hospital Regional do Cariri
TÃO FALANDO PORAI...

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O PALANQUE...

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O INÍCIO...


O FIM...
Perfil do Hospital Regional do Cariri:
- População atendida: Juazeiro do Norte, Crato, Icó, Iguatu, Brejo Santo, no
total de 1.366.709 habitantes.
- Área construída: 27.126,47 metros quadrados.
- Valor da obra: R$44.224.380,76.
- Valor dos equipamentos: R$23.500.000,00
- Número de leitos
Geral: 209
Leitos cirúrgicos:87
Leitos clínicos:87
UTI adulto: 20
UTI semi-intensiva: 15
- Especialidades:
* Traumato-ortopedia vascular, cardiologia, proctologia, gastroenterologia,
urologia, oftalmologia, mastologia, clínica médica.
- Serviços:
* Ressonância magnética, radiologia geral, tomografia computadorizada,
ultrassonografia geral, ultrasonografia intervencionista, endoscopia digestiva,
endoscopia respiratória, ecocardiograma, eletrocardiograma,
eletroencefalograma,litotripsia.
- Total de profissionais: 1.115
Número de profissionais de nível superior: 465. Desse total, 342 são médicos.
Número de profissionais de nível médio: 650
Notícias completas...
http://www.opovo.com.br/saude/908769.html
http://www.ceara.gov.br/noticias/hospital-regional-do-cariri-construcao-comeca
http://caririag.blogspot.com/2009/02/iniciadas-obras-do-hospital-regional-do.html
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Amanhã, 28 de agosto é o único dia para quem quiser resgatar as provas do s8!
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Para o internato de CLÍNICA MÉDICA,
Achei este artigo do MedSCAPE. Ajudará no estudo que Dra. Vivian solicitou.
Fibrilação atrial:
diagnóstico e tratamento
Publicado em 2008/08/25
De acordo com as diretrizes, como é feita a classificação da fibrilação atrial?
A fibrilação atrial (FA) é classificada em paroxística, persistente ou permanente. Ela é classificada como paroxística quando se resolve espontaneamente em até sete dias (frequentemente em menos de 24 horas). A FA é considerada persistente quando apresenta melhora espontânea em um período superior a sete dias ou por causa de um tratamento com cardioversão. A FA que persiste por mais de um ano, seja por insucesso ou pela não realização de uma cardioversão, é chamada de permanente. (Para maiores informações a respeito da fibrilação atrial, visite Medscape's Atrial Fibrillation Resource Center).
CONTINUA EM: http://www.medcenter.com/Medscape/content.aspx?LangType=1046&menu_id=49&id=21849
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Segunda-feira
17/08/2009
19:00 horas
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O Cariri ainda não tem nenhum caso confirmado da nova gripe, mas isso não tardará a acontecer. Daqui a um mês Juazeiro receberá milhares de visitantes para a Romaria de Nossa Senhora das Dores, o que deve contribuir bastante para a vinda do vírus para a região. É bom os serviços de saúde e as secretarias prepararem-se, reforçando os plantões e atendimentos nas emergências e postos de saúdes da região.
É importante alertar às pessoas que evitem ir a hospitais desnecessariamente e que não saiam para lugares onde exista grandes aglomerações, a fim de evitar a contaminação. Nunca é demais lembrar: evitem a automedicação e sigam as recomendações de higiene preconizadas pelo Ministério da Saúde e já amplamente divulgadas pela mídia.
Joaseiro.com
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Auditório da Faculdade de Medicina de Juazeiro do Norte
Dr. Sérgio - Cirurgia
Dra. Elizabete - Clínica Médica
Residentes confirmados:
Dra. Isabelle Mendes - Clínica Médica
Dr. Leonel - Clínica Médica
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A cobrança nos estudos e o choque com a dura rotina no hospital levam até 80% dos estudantes de medicina a apresentar sintomas da doença!
Por Renata Cabral - Isto É Independente
O jovem que faz vestibular para medicina sabe que enfrentará muitos anos de estudo. Primeiro, os seis da faculdade; depois de formado, pelo menos mais dois de residência para se tornar especialista. Nesse início do curso, a emoção que prevalece é o orgulho de ter passado na seleção para algumas das vagas mais disputadas do País. Mas o que estudos recentes começam a mostrar é que boa parte dos futuros médicos corre o sério risco de ter depressão e até mesmo de pensar em largar o curso antes de pegar o diploma. Um desses trabalhos, realizado na Universidade de Uberlândia, em Minas Gerais, descobriu que 79% dos 400 alunos do curso de medicina apresentavam sintomas depressivos. Cerca de 20% deles tinham um quadro considerado grave.
A tendência à doença está sendo identificada em mais universidades. Na Faculdade de Medicina do ABC, na cidade paulista de Santo André, pesquisa coordenada pelo Serviço de Orientação Psicológica ao Aluno revelou que 38% dos acadêmicos exibiam queixas características desse tipo de distúrbio psiquiátrico, como tristeza, falta de concentração, desânimo e um profundo cansaço. A pesquisa, divulgada no portal internacional de publicações médicas Biomed Central, serviu para evidenciar ainda mais a necessidade de entender o que leva os jovens médicos a cair em depressão e o que as escolas precisam fazer para ajudá-los a se recuperar.
No estudo de Santo André, por exemplo, viu-se que o maior número de casos estava concentrado nos dois últimos anos de faculdade, período conhecido como internato, em que os alunos vivenciam na prática o que aprenderam na teoria. Foi exatamente nessa fase que o estudante Álvaro Faria, 26 anos, sofreu com a doença. “Eu me sentia muito mal. Achei que medicina não era para mim, que não suportaria mais aquele sofrimento”, lembra. Em rodas de amigos, não tinha assunto que não fossem os problemas do hospital. Seu limite de saturação foi a morte de um paciente diabético que precisava fazer uma cirurgia de urgência. O doente morreu antes que a equipe médica conseguisse estabilizar seus níveis de glicose – medida que precisava ser tomada antes da operação. Por muito pouco poderia ter sido salvo. “Não consegui tirar a cena da mente naquela semana. Entrava no hospital me questionando se seria capaz de salvar alguém naquele dia”, lembra. Diagnosticado por um serviço de apoio criado na escola, ele foi tratado com antidepressivos e psicoterapia por cerca de um ano.
Além do choque com a dura realidade do sistema de saúde brasileiro – repleto de deficiências e limitações que vão da falta de leitos à ausência de materiais básicos para o trabalho –, esses jovens ainda enfrentam as exigências do curso. Para Heloísa Calazans(foto), 22 anos, aluna do quinto
período de medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a pressão pelo bom desempenho acadêmico incomoda mais do que o cotidiano do hospital. E foi o que a levou a procurar ajuda médica. “É um ambiente muito competitivo. Cheguei a faltar às aulas e a deixar de es tudar matérias que sempre gostei por conta do stress com as notas”, diz. Os anos de estudo intenso também fizeram com que momentos de lazer e de convivência familiar de Heloísa se tornassem mais raros. A cura veio por meio de antidepressivos, usados por três meses. “Estou recuperada”, diz.
Na opinião do psiquiatra Sérgio Baldassin, professor da Faculdade do ABC e coordenador da pesquisa sobre a depressão entre os estudantes, a expectativa que recai sobre os novos médicos agrava seu mal-estar. “Espera-se hoje que o médico seja um workhaholic, que conheça todos os artigos científicos recentes, tenha disponibilidade 24 horas por dia e que, se possível, não cobre muito caro”, afirma. “É uma situação de stress extremo vivenciada todos os dias.” Características comuns de personalidade de quem escolhe a profissão de médico também pesam no desencadeamento da doença. “São pessoas exigentes, que passaram por um processo de seleção rigoroso e têm de responder a expectativas próprias e sociais”, afirma Carlos Henrique Alves de Rezende, orientador do curso de Uberlândia.
Em um contexto rígido como esse, é mais difícil para os estudantes admitir que têm alguma dificuldade e procurar ajuda. “Pelo menos uma vez por dia recebo um aluno com sintomas
depressivos. Muitos têm medo de ser alvo de preconceito”, conta Regina Granato, coordenadora do curso de medicina da Universidade Federal Fluminense. É um temor justificável. Até hoje, a depressão ainda é vista, muitas vezes, como sinônimo de fraqueza emocional – embora esteja mais do que provado que se trata de uma doença. Em um ambiente competitivo como o da medicina, o equívoco de julgamento pode se tornar um grande problema na vida do profissional. Por isso, é importante que o jovem médico esteja atento a esse aspecto e não caia na armadilha de negligenciar os próprios sintomas.
Oferecer opções de tratamento a esses jovens é essencial. “As faculdades devem prestar apoio psicológico aos profissionais da saúde. Cerca de 80% das que estão sediadas no Sul e no Sudeste já fazem isso”, diz o psiquiatra Baldassin. Além disso, o atendimento precisa ser individualizado. “O que funciona para um caso não se aplicará necessariamente a outro”, explica.
No trabalho feito com os profissionais, um dos objetivos é ajudá-los a enfrentar frustrações como a morte de um doente. “Escolher a medicina é ter poder sobre a morte e a vida, é querer ser onipotente”, afirma Rezende. Mas não é fácil para os jovens ver essa ideia desmistificada. “Também é preciso criar mecanismos para não sofrer junto com o doente”, diz a médica Regina Granato, do Rio de Janeiro. “Continuamos nos compadecendo, mas é necessário criar uma defesa para não absorver a tristeza.” O jovem Álvaro Faria parece ter entendido a lição. “Por melhor que você seja, não conseguirá salvar todos. Mas hoje, depois do que passei, no fim do dia tenho a convicção de que fui bem-sucedido quando dei o meu melhor”.
FONTE: Site Isto É independente
FOTOS: RADIUS IMAGE/LATINSTOCK; DANIELA DACORSO, JULIA MORAES – AG. ISTOÉ
http://arteemedicina.blogspot.com
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A galera toda lá. Muita cerveja, uísque, vinho. A noite prometia. Muitas gatinhas. Galera animada.
Saí de lá nem sei que horas. Travado! Indo pela rodovia, avistei algo que se tornou o terror dos festeiros…
Uma blitz!!!
Comecei a rezar para tudo quanto era santo. Mas… fui sorteado. Quando parei, quase atropelei o guarda. Tava ruim.
O guarda pediu para eu descer do carro. Quase não consegui.
Aí o pesadelo aumentou. Ouvi o que qualquer bêbado teme:
- Vamos fazer o teste do bafômetro!
Tô frito! Pensei. Quando, ao que parece, os santos resolveram me atender. Um caminhão bate na outra pista e espalha toda a sua carga… Os guardas imediatamente me dizem:
- Vá embora, vamos socorrer aquele acidente!!!
Eu, mais que depressa, ou pelo menos tentando, entrei no carro e fui embora.
Feliz da vida. Hoje é meu dia de sorte, pensei.
Cheguei em casa, guardei o carro e, após agradecer aos santos pelo meu dia de sorte, fui dormir.
Tava feliz.
No outro dia, minha mãe me acorda as 7 da manhã me perguntando:
- Filho, de quem é aquela viatura da polícia estacionada dentro da nossa garagem?
Fonte: charges.com.br
Qual a lição da história?
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